
Meu e-book · escrito por mim
Sobrevivi sem ser escolhido
Para quem não foi escolhido e, ainda assim, escolheu permanecer.
Um relato em primeira pessoa sobre luto, rejeição e a esperança teimosa de continuar. Não é um manual: é companhia.
“Não superei o Dia dos Pais. Aprendi a atravessá-lo.”
Motivo da cadeira vazia“A saudade não é inimiga. É o amor ainda trabalhando, sem ofício.”
Carta a José Vicente“Que este livro seja companhia no recolhimento, voz quando o silêncio apertar e uma lâmpada baixa nos cômodos escuros.”
Dedicatória
Para quem é
- Para quem viveu uma perda que ninguém reconheceu.
- Para quem se sente à margem, preterido, “não escolhido”, no trabalho, na família ou no amor.
O que tem no livro
- IO menino que ainda não sabia o nome da dor
- IIQuando o mundo aprendeu a doer
- IIIA fé, a voz e o palco vazio
- IVA casa que a dor construiu
- VA formação
- VIO recomeço que ninguém autorizou
Escrito por Flávio A. Vieira, Assistente social e Psicanalista (CRESS 79742/SP), editor da Revista Escuta.
O pedido é só uma mensagem no WhatsApp: este site não coleta nenhum dado. Não entro em lista de transmissão nem mando mensagens em massa. Relato autobiográfico: não substitui acompanhamento profissional.

- Assistente social e PsicanalistaFlávio A. Vieira · CRESS 79742/SP
- Autorde Sobrevivi sem ser escolhido (2026)
- Editor da Revista EscutaAno I · nº 01
- Atendimento on-linetodos os dias · sessões de 50 min
- Conheça minha história →
Leituras recomendadas
- Coração Blindado · Carina Dionysio
- 4 Livros Digitais Transformadores · Ivan Maia
- Aconchego do Ansioso · Caio Fellipe
- A ansiedade está mentindo para você · Jeferson Fernandes
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Identificação da dor · toque em um tema
Existem batalhas que acontecem em silêncio.
Ninguém vê. Ninguém escuta.
Mas elas estão lá, todos os dias, dentro da nossa cabeça.
Talvez você conheça essa sensação.
Sensação de VazioTalvez você nem consiga explicar.
Por fora está tudo funcionando.
Você acorda.
Trabalha.
Crises de AnsiedadeQuem nunca viveu uma crise de ansiedade dificilmente consegue compreender.
As pessoas olham para você e dizem:
"Calma."
"Tente relaxar."
InsôniaA noite chega.
As luzes da casa se apagam.
O mundo parece diminuir o ritmo.
Mas dentro da sua mente a história é outra.
Medo do FuturoO futuro pode assustar.
Porque ninguém consegue enxergá-lo.
E aquilo que não enxergamos muitas vezes imaginamos da pior forma possível.
Talvez você esteja preocupado com o amanhã.
Baixa AutoestimaTalvez o seu maior inimigo não esteja fora.
Talvez esteja dentro.
Talvez seja a forma como você fala consigo mesmo.
Você se olha no espelho e enxerga falhas.
Problemas no TrabalhoTodos os dias você acorda.
Se prepara.
Vai cumprir suas responsabilidades.
Faz o melhor que pode.
Não Consigo Me AmarTalvez essa seja uma das dores mais profundas.
Porque você ama.
Ama seus filhos.
Ama seus amigos.
Estou Cansado Demais para LutarExistem dores que cansam.
Mas existem dores que esgotam.
Talvez você tenha chegado exatamente nesse ponto.
Não é que você queira desistir.
Sorrio, Mas Por Dentro ChoroAs pessoas olham para você e acreditam que está tudo bem.
Afinal, você sorri.
Brinca.
Conversa.
Não Sou Capaz de Me LevantarTalvez você tenha caído tantas vezes que perdeu a confiança.
Talvez a vida tenha lhe derrubado repetidamente.
E agora você olha para frente sem acreditar na própria força.
Mas permita-me lembrar algo.
Por Que Será Que Sou Assim?Essa pergunta machuca.
Porque geralmente vem acompanhada de culpa.
De vergonha.
De julgamento.
Quando Tudo Isso Vai Passar?Essa talvez seja a pergunta mais silenciosa da alma.
Quando?
Quando a dor vai embora?
Quando a ansiedade diminui?
Quem Sou Eu Quando Ninguém Me Vê?Quando todos vão embora.
Quando o silêncio chega.
Quando as máscaras caem.
Quem é você?
Será Que Eu Vivo ou Apenas Sobrevivo?Você acorda.
Trabalha.
Resolve problemas.
Dorme.
Aprender a Se AmarJamais podemos amar alguém se não nos amamos o suficiente.
Essa frase não é uma condenação.
É um convite a olhar para dentro.
Porque ninguém consegue oferecer ao outro uma casa onde nunca pôde morar.
Se a noite apertar agora: WhatsApp (16) 99150-3357 · fale com Flávio Vieira.
Depoimentos
Relatos de quem foi escutado
1. Maria M.
Eu havia perdido o emprego e me sentia completamente perdida. Cada manhã parecia mais difícil do que a anterior, e a tristeza tomou conta da minha rotina. Passei meses me isolando das pessoas que eu amava e acreditando que nada voltaria a dar certo. Minha autoestima desapareceu e eu já não conseguia enxergar um futuro melhor. Quando encontrei uma profissional que me ouviu sem julgamentos, senti pela primeira vez que alguém realmente compreendia minha dor. Aos poucos, aprendi a reorganizar meus pensamentos e recuperar minha confiança. Hoje consigo enxergar novas oportunidades e valorizar minhas conquistas. Procurar ajuda profissional foi a decisão que transformou minha vida.
2. Carlos J.
Eu vivia com uma ansiedade constante que me impedia de aproveitar momentos simples. Meu coração estava sempre acelerado e minha mente nunca descansava. Passei a evitar encontros com amigos e até atividades que antes me davam prazer. Durante muito tempo achei que precisava enfrentar tudo sozinho. Quando procurei um profissional, descobri que minha dor tinha nome e tratamento. Ser ouvido com atenção me trouxe um alívio que eu não sentia há anos. Com o acompanhamento adequado, recuperei o equilíbrio e a esperança. Buscar ajuda foi o primeiro passo para voltar a viver de verdade.
3. Ana P.
Depois do fim do meu casamento, senti que minha vida havia perdido o sentido. As noites eram longas e silenciosas, cheias de pensamentos dolorosos. Eu me culpava por tudo que aconteceu e já não conseguia enxergar minhas qualidades. O vazio emocional parecia impossível de preencher. Ao iniciar acompanhamento com uma profissional acolhedora, comecei a entender meus sentimentos. Cada conversa me ajudava a reconstruir minha identidade. Hoje consigo olhar para o passado sem sofrimento constante. Encontrar alguém que realmente me ouvisse foi essencial para minha recuperação.
4. Roberto A.
Passei anos escondendo minha tristeza atrás de sorrisos. Por fora parecia estar tudo bem, mas por dentro eu me sentia esgotado e sem forças. Meu rendimento no trabalho caiu e meus relacionamentos foram afetados. Eu acreditava que admitir minha dor era sinal de fraqueza. Ao procurar ajuda profissional, percebi que cuidar da saúde mental é um ato de coragem. Ser acolhido me fez compreender que eu não estava sozinho. Aos poucos recuperei minha energia e minha vontade de viver. Hoje sou grato por ter dado esse passo tão importante.




















